sexta-feira, maio 18, 2007

Ca Vergonhaça - ISTO É REAL!!!





Bem vou iniciar aqui um novo desafio, ora se eu recebo alguns eles têm de partir de algum lado não?!!


Consiste no seguinte, cada pessoa terá de contar uma situação pela qual passou que lhe tenha causado algum embaraço, e que hoje seja um motivo de risota por parte dos espectadores

Deixo já aqui os desafiados (isto para ver se vocês desistem de ler a minha... e para os teimosos que continuarem... já estarão a pensar como se desenrascar e destraidos... se não tenho um taco de basebol no fim do post se houver risinhos) ...


Eu mesma
Rafeiro
Maria Strüder
SAM
BXANA
Caditonuno
Peace&Love


Um dia bem cedo... fui com o Pestão para Lisboa renovar os BI’s, à saída, resolvemos ir tomar um café, começámos a andar...passeio a fora...


Toca o telemóvel dele, ele atende...eu abstraindo-me da conversa afasto-me um pouco dele, acendo um cigarro, de forma que ficámos quase em lados opostos do mesmo passeio, eu fumando para um lado e ele “telemóviando” para outro.


Vai daí, vem um velhote em sentido contrário...

Passa entre nós os 2...


Até aqui tudo bem né??!! Pois o pior vem de seguida...


Os homens... têm a capacidade de fazer porcaria em qualquer lado e em qualquer altura... sem grandes culpas de estética ou de consciência...


...Na altura que o velhote passa por nós e nos cruza... o Pestão sem olhar para lado nenhum solta um valente e sonoro “gás industrialmente caseiro”...


Olha para mim pelo canto do olho com um sorriso malicioso...de “Já estás”


Enquanto eu faço aquele ar fulminante de “ ÉS UM VALENTE PORCO!!”


E seguimos...


Quando eu oiço uma vozinha esganiçada que diz assim:

-SUA PORCAAA!!!


Lol, olho para trás e está o avozinho com cara de enjoado... olhando para mim com a cara que eu mesma tinha feito ao Pestão, um misto de ira com repulsa...


Fiquei roxa e sem reacção... senti-me aqueles bonequinhos manga com uma gotinha na cabeça e com os olhos em cruz... em quanto que do outro lado do passeio o Pestão quase que se atirava para o chão de tanto rir!!!

É que o idoso nem se tinha apercebido que nós íamos juntos... e como o “outro” senhor ia de gravata e ao telemóvel muito composto... na cabecinha dele provavelmente só poderia ter sido eu!!!


Cum catano... que grande galo!!!
 
posted by Peste at 2:56 da tarde, |

36 Pestinhas:

Ai que cheirote!!!!!

Virar a chave,
como quem lê uma página,
abrir por dentro,
libertar-se sendo,
como quem se envolve
na personagem,
lento.

Descobrir o além do sonho,
o impensado, o certo,
o mais que imaginado.
O que os olhos buscam cobrir
no sonho.

Ver em ti, a minha cara,
minha cara interpretada:
metade minha, metade clara.

E o meu ratinho também no:

http://lusoprosecontras.blogspot.com
epá,agora é que me tramaste! Não me lembro assim de nenhuma situação vergonhosa! é o que dá ser uma gaja quietinha..posso inventar? :P
  At 12:46 da tarde Anonymous Carla said:
Pois, as gajas são sempre culpadas, lol.
Bom dia para ti.
  At 12:56 da tarde Blogger Ana said:
HEHEHE!
Já me aconteceu uma cena parecida com o meu ex.
=P
Os homens são mesmo todos iguais...por acaso a minha também envolve gases. Mas, não a vou contar...
Hoje respondo aqui mesmo!
Ora bem, a situação de que me lembro agora que me deixou bastante envergonhada foi a seguinte: há uns anos ia a entrar num barzinho que já não existe na Praça das Flores, aqui em Lisboa, e passava pelas primeiras mesas quando inesperadamente a saia me cai no chão! Todinha, fiquei em cuequinhas e collants... não tive outro remédio senão baixar-me, apanhá-la e vesti-la de novo, ali mesmo na frente de toda a gente. Eu fiquei encarnada tipo tomate, não me lembro da reacção das pessoas que viram, estava mais interessada em vestir-me rapidamente que outra coisa...
Lembro-me que a saia era preta e levava um casaco rosa choque...mais nada!
Eu lembro-me de uma ou duas situações embarassantes, mas não posso contar porque são demasiado embrassantes mesmo.
Boa semana.
E desde quando os traques são proibidos?
Não me digas que o nosso Primeiro fez uma lei a proibi-los...?
Eu conto a do Eskisito:

O gajo estava a pendurar o belo do cortinado da sogra (ainda namorávamos mas vá...) e,pensando que era eu que estava atrás dele manda um valente pêdo...só que era a sogra quem lá estava...ehehehehesó de pensar na cara da minha mãe e na dele...valha-me Deus...
Realmente, há coisas em que são todos iguais.

Uma abraço
Boa, já há música ;) Só vim dar uma vista de olhos rápida, mas volto ;D
obrigado pelo convite, sua peste!

fogo! só peidices!!!

bem, nao ficando atrás, estava em 99, penso eu, na ilha de gozo (que faz parte de malta). aquilo forma tipo 1 baía com águas cristalinas. (vejam no google).

estávamos na altura dentro de água e quase juntos eu e a minha mae. ela a certa altura vira-se pra mim: dei 1 peido (ou traque, já nao me lembro).

1 gaja vira-se pra nós e exclama: oh, sao portugueses!

eu ainda tentei disfarçar e sair dali de fininho, mas depois a minha mae começou a falar com ela e eu acabei por entrar na conversa.
por isso já sabem, se quiserem mandar 1 peido dentro de água, entao digam que o fizeram em... chinês!!!
Terá acontecido assim para os lados do Egípto: Moisés, por inspiraçao divina libertou o Povo de Deus, escravizado pelo Faraó. Esta passagem da escravatura à liberdade para o povo Hebreu também foi e é Pascoa.

Beijinho
  At 9:57 da tarde Blogger Bia said:
Olá Ana, obrigada pelo comentário!

Ai o que eu me ri com este post... Eu nem sei o que faria ao verdadeiro culpado!!!! heheheh
Ok, o meu não envolve peidos. Nos meus tempos de estudante, andava com um colega a fazer a voltinha das igrejas no Bairro Alto. De repente entrámos num bar e a cena como que congelou. QUando demos por nós, estavam uns 20 gaijos, a maioria vestida de cabedal preto, a olhar para nós, não havia uma única mulher no balcão. Institivamente encostámos a peidola à parede e fugimos dali para fora. Nunca mais vi esse meu amigo, desconfio que ainda hoje está a correr! Ou então voltou para lá! ;)
Hehe!

G'anda episódio, sim senhora!:P

Quando tiver um tempito deixo a minha história surreal no meu estaminé black & pink!;)

Já escolhi, será dos meus saudosos tempos de faculdade, onde eu estudava muuuuuuuuuuuuuuuuuuuito... a melhor maneira de ir às festas sem ficar tapada por faltas:)


Miau grande!
Olá, obrigada pelas tuas visitas e comentários.
Eu costumo responder a toda a gente nos comentários, mas acontece que quando estes teus dois últimos entraram estava eu precisamente a preparar um post novo, que entretanto já publiquei (e agora estou a boiar em perplexidade, porque as barras laterais desapareceram-me e não percebo que raio terei eu feito... se alguém souber... help required, please!).

Relativamente ao teu desafio... eu tenho um post com dois ou três meses justamente sobre isso, aliás chama-se justamente "A maior vergonha da minha vida". Se quiseres copio o texto para aqui, mas como ainda é extenso, parece-me um bocado disparatado... :)

Um beijo.
Teresa - quanto às barras laterais estás com azar... sou uma naba nesses assuntos... axo melhor nem tentar ajudar-te se não de ceretza q piora :S

quanto ao texto teria muito gosto que o colocasses aqui, não faz mal ser extenso, é por uma boa causa... ao menos não é o que comentámos hoje cedo como se pode observar tb aqui.

beijo grande
eskisito- ficámos a descobrir-te a careca!!!

Maria - boa :P obrigado por revelares as maldades do maridão :P

Bxana - fico à espera !!!

Rafeiro... és cá um amigo!!!!
peace - nada de inventar!!! se não tb vou dizer q a minha história era pura ficção!!!

Bia - nem imaginas o q m deu vontade!!! espancamento público

Capitão- proibidos não são... mas partilhar é simplesmente dispensável!

Catidonuno- lol pk será q todos os episódios são aprecidos?? lol
Ana -faz favor de contar

Carla- fala por ti!!!

Eu mesma- caneco!!! axo q me enfiava num buraco!!!

Gilberto - não percebi o comentário... mas ok obrigado.
És mesmo peste...
Nunca mais me visitas-te :-(((


Beijinhos sonhadores
Que mentira :-))))))

Nunca mais te vi?!?!?!?!?!?!?!?


Beijinhos pestinha
  At 2:22 da tarde Blogger  said:
gostei mesmo!
lol
  At 4:23 da tarde Blogger Rita said:
Assim de repente não me lembro de nenhuma, mas há uma engraçada com a minha filha. Vinhamos das compras cheias de sacos e o serviço dela é segurar na porta do elevador enquanto eu despejo tudo lá para dentro. De vez em quando há algum vizinho que dá uma ajuda. Naquele dia chega a vizinha do 1º andar, diz Boa Tarde e dirige-se à porta de fogo para subir pelas escadas. A minha filha sái-se com esta:
-Então, não ajudas???
Obrigada pela visita e cá está a retribuição...
Vim retribuir a visita, gostei bastante do blog!! Quem não tem uma situação embaraçosa de vez em quando? Deixo aqui uma que foi bastante embaraçosa para mim:

Ano: 1997
Protagonistas: Eu e o meu marido (na altura)
Local: Cinema
Acontecimento: Ante estreia do filme “Le Bassin de John Wayne” de João César Monteiro

O cinema estava cheio, afinal de contas era a ante-estreia de um filme do João César Monteiro, confesso que até aquele dia nunca tinha visto nada do famoso realizador, portanto não sabia o que me esperava.

As luzes apagaram-se, começou o filme

A história do filme: mulheres varriam o chão...de repente via-se o João César Monteiro com a pila de fora (arghhh)...depois apareciam crianças...novamente a pila do JCM...uma mulher ao piano...a pila do JCM...

Com todos estes acontecimentos tinham passado uns 30 minutos.

Olho para o lado e sussurro para o meu marido “não estou a perceber nada deste filme!!”
ele responde “nem eu!!” eu digo com um ar desesperado “vamos embora por favor...não estou a aguentar” ele diz-me “ok espero que ninguém se aperceba”... levanto-me e penso ouvir qualquer coisa volto a sentar-me...CATHAPUM ...o assento da cadeira tinha-se levantado e o meu rabo estava no chão!!! O João César Monteiro olha para trás...todos olham para trás...fomos apanhados por todos a sair da sala do cinema!!!
A sério... acho uma maldade sem tamanho, colocar aqui uma monstruosidade destas!

Estás mais do que à vontade para apagar.

Um grande beijo e obrigada pelo apoio que me deste há bocado.
A Maior Vergonha da Minha Vida

Eu sou uma espécie de demonstração viva, ambulante e permanente da Lei de Murphy. Não há nada a fazer, tenho mesmo muito azar. As coisas correm-me invariavelmente mal. Passo muito frequentemente por enormes vergonhas. Nenhuma tão grande como esta que agora vou contar. E não me parece que o facto de ser das mais recentes pese muito, por si só, nesta valoração.

Foi há três anos e tal, na casa antiga. Agosto e um calor abrasador. Agosto costuma ser também, nesta estranha zona, o mês mais ventoso. Estão a ver o filme mudo com a Lillian Gish, The Wind? É o género. Muitas vezes até é pior. Contava-me há tempos o Ricardo da papelaria – o vento é um assunto de conversa muito importante aqui no Linhó – que se lembrava de em pequeno pedir para ir brincar para a rua e lhe dizerem que não, porque estava muito vento.

Mas adiante, lá estou eu a dispersar-me. Tinha ido jantar com o namorado de então, tínhamos estado na sala a beber uns whiskies e a ouvir música. Como sempre, fui dizer-lhe adeus à janela da sala, que eu sou uma namorada muito atenta a estes pequenos pormenores. A seguir fui deitar-me, era tarde.

Fui arrancada do meu sono regalado por uns miados insistentes. O mais estranho era que pareciam vir da rua... Eu reconheceria aquele timbre em qualquer parte do mundo. Era Messalina! Acordei completamente. Saltei da cama e subi a persiana, percebendo logo o que tinha acontecido. Tinha deixado a janela da sala suficientemente aberta para ela saltar para a rua (era um rés-do-chão baixo). Tinha ido dar umas voltas e agora queria voltar para casa. Debaixo da janela, olhava para mim com uma expressão imperiosa equivalente a Vá, estúpida, quero entrar!

Ainda não eram sete horas, estava a amanhecer. A rir para dentro por uma gatinha de opiniões tão austeras ter tido um capricho boémio, como estava, descalça, fui à escada, desci os cinco ou seis degraus até à porta do prédio, abri-a, Messy entrou que nem uma seta e nisto... trás! Um estrondo nas minhas costas. A porta de casa tinha-se fechado atrás de mim!

E ali estava eu no patamar, descalça, tendo por única indumentária uma camisa de noite de cetim tão curta que o adjectivo curto é um eufemismo, com umas alças quase invisíveis e um decote até à alma. Sem ter como entrar em casa.

A primeira reacção foi de pânico, senti-me invadir por uma náusea medonha. Depois racionalizei. Aquilo não estava a acontecer, era um pesadelo. Ia acordar na segurança da minha cama, o peso reconfortante de Messalina instalada a dormir em cima da minha anca. Whishful thinking. Aquilo tinha acontecido, estava a acontecer. Janela da sala aberta, janela do quarto aberta, porta de casa aberta, porta do prédio aberta... corrente de ar, não é? Qualquer pessoa que não eu teria provavelmente previsto uma coisa daquelas, teria agarrado na chave antes de ir resgatar uma gata.

Percebi que tinha de agir. E depressa. Como nunca fui de me dar com a vizinhança, não conhecia ninguém no prédio, tirando um casal do 2.º andar que também tinha um gato. Dentro em pouco começaria a haver movimento, gente que se levantava com as galinhas a sair para o emprego e eu ali, naquela figura! Fui encostar a orelha à porta em frente, onde vivia uma família, tentando perceber se já estariam acordados. Tudo mudo lá dentro. Repeti a manobra na porta do meio e pareceu-me distinguir um rumor vago. Arrisquei tocar timidamente à campainha.

Passos pelo corredor fora e uma voz brasileira, de homem, a perguntar surpreendida quem era. Toda encolhida, a tentar em simultâneo o impossível de fazer com que a camisa de noite descesse para parecer mais comprida e subisse para parecer menos decotada, respondi que era a vizinha do lado. Não me perguntem qual foi a cara que ele fez ao abrir a porta dando comigo naqueles preparos, fixei deliberadamente os olhos num ponto invisível atrás dele, enquanto explicava num fiozinho de voz o que me tinha acontecido.

O brasileiro foi muito simpático. Muito prestável. Mas não, não tinha um escadote para me emprestar. O que tinha era um banco de cozinha, devia ser suficiente para alcançar o parapeito da janela do quarto e depois içar-me lá para dentro. Até me acompanhou.

Percebi imediatamente a impossibilidade da coisa. Eu só tinha a camisa de noite vestida, para vexame já chegava! Enchi-me de coragem e pedi-lhe para ser ele a trepar, que eu não teria força de braços suficiente. Concordou, graças a Deus. Um minuto depois eu estava novamente dentro de casa. Mas este episódio ainda me faz calafrios, sempre que o lembro.

Escusado será dizer que nunca mais saí de casa sem chaves.
Peste, o velhote até tinha as suas razões, porque no fundo toda a gente sabe que as mulheres são mais "cagonas" que os homens ahahahahahahah, imagino a tua cara qundo ele te chamou aquilo, lol.
Beijinhos perfumados (estou a usar o Attitude do Armani), para desanuviar o ambiente ;)
Sua peste! (Obrigada pela visita :) andas a empestar os velhotes?

Eu tenho uma hilariante (aliás, tenho algumas mas lembrei-me só de uma... elas são tantas...) Se me chegar esta corrente publico :)
Esta o maximo o teu BLOG ;)
Obrigado por a visita e vou voltar aqui acredita ;)
Beijinhos cheios de cor
  At 9:39 da manhã Anonymous Anónimo said:
Nos meus tempos de faculdade, costumava juntar-me, todas as noites, logo depois do jantar, com uns amigos num café perto onde morávamos. Tomávamos um café paras as noites de estudo e aproveitávamos para jogar uma partidinha de “snooker”. Sobre a mesa de “snooker” havia uma candeeiro com uma luz intensa, razão que terá levado os proprietários do café a dispensarem mais luzes à volta dela e onde estavam instaladas algumas mesas e cadeiras, que ficavam numa espécie de penumbra, sobretudo para nós, que ficávamos encadeados pela luz. Certa noite, após o jantar, estava eu a preparar-me para um “tacada” e, com a pressão da barriga sobre a mesa, soltei um gás… Ainda estava na mesma posição quando senti um toque no pé atrás de mim. Virei-me… estava lá um velhote que nem me disse nada – nem precisava. Na altura, fiquei tão envergonhado que só me apetecia nunca mais lá voltar. Hoje, a esta distância, acho alguma graça, pelo embaraço que me causou.


Ficcino
ahahaha epa ta mto comico :)
Estas correntes dão uma trabalheira.
Peço licença para piratear a ideia lá para o meu blog, divulgando a origem do desafio.
Mas só o farei, depois do teu consentimento.

Bom fim de semana.
Peço licença para piratear a ideia lá para o meu blog, divulgando a origem do desafio.
Mas só o farei, depois do teu consentimento.

Bom fim de semana.
sininho nÃO consigo entrar no teu blog, mas s passares por aqui, fica sabendo q és livre de plagiares o q quiseres :P

não registei direitos de autor, e além disso será optimo saber as desgraças dos oiutros :P

beijos